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3 dicas para uma melhor saúde mental que fazem diferença no dia a dia

3 dicas para uma melhor saúde mental que fazem diferença no dia a dia
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Falar de saúde mental continua a ser, para muitas pessoas, algo que só acontece quando já não dá para ignorar. Quando o cansaço é constante, o sono não repara, a paciência encurta e a sensação de estar sempre “no limite” passa a fazer parte da rotina. Mesmo assim, continua-se. Trabalha-se, responde-se a mensagens, cumpre-se o essencial. Como se isto fosse apenas o normal da vida adulta. Mas não é.

Saúde mental não é apenas tratar problemas quando surgem. É ter espaço interno para viver com mais equilíbrio, clareza e leveza. E, tal como acontece com a saúde física, quanto mais cedo se cuida, melhor se vive.

O que significa, afinal, ter uma boa saúde mental

Ter uma boa saúde mental não quer dizer estar sempre bem ou nunca sentir tristeza, ansiedade ou frustração. Quer dizer conseguir lidar com essas emoções sem que elas tomem conta de tudo. Conseguir adaptar-se a mudanças, manter relações minimamente saudáveis e tomar decisões sem sentir que tudo pesa mais do que devia.

Na prática, passa muito por reconhecer limites. Perceber quando algo está a ficar pesado demais. E aceitar que pedir ajuda não é falhar, é ajustar o caminho.

Porque é que a psicoterapia faz sentido mesmo quando “está tudo mais ou menos”

Ainda existe a ideia de que a psicoterapia é apenas para situações graves. Depressões profundas, crises de ansiedade intensas ou momentos de rutura total. Essa ideia afasta muitas pessoas de algo que poderia ser útil muito antes disso.

A psicoterapia não serve apenas para resolver problemas. Serve para perceber padrões, ganhar clareza sobre pensamentos e emoções, aprender a lidar melhor com situações recorrentes e prevenir desgastes que se vão acumulando em silêncio.

Muitas pessoas dizem que não têm um “motivo forte” para procurar um psicólogo. Mas a experiência mostra que quem começa mais cedo costuma ganhar ferramentas que evitam chegar a um ponto de exaustão emocional mais à frente.

Estar com pessoas não é o mesmo que sentir ligação

Relações próximas continuam a ser um dos pilares mais importantes da saúde mental. Família e amigos funcionam como um amortecedor emocional nos momentos difíceis, mas isso só acontece quando há espaço para autenticidade.

É possível estar rodeado de pessoas e, ainda assim, sentir solidão. Conversas rápidas, contactos constantes e mensagens trocadas ao longo do dia não substituem ligações reais. Ter alguém com quem se pode falar sem filtros, partilhar preocupações ou simplesmente estar presente faz uma diferença enorme no bem-estar emocional.

Ter algo que preencha, e não apenas distraia

Hobbies e atividades pessoais são muitas vezes empurrados para o fim da lista. Quando sobra tempo. Quando já não há nada urgente para fazer. O problema é que esse tempo quase nunca sobra.

Atividades que dão prazer, estimulam a criatividade ou permitem desligar da pressão diária ajudam o cérebro a recuperar. Não precisam de ser extraordinárias. Ler, caminhar, cozinhar, aprender algo novo ou praticar desporto são exemplos simples, mas eficazes. O importante é que façam sentido para quem as pratica e não sejam apenas mais uma forma de ocupar tempo.

O peso silencioso das redes sociais

As redes sociais fazem parte do quotidiano, mas raramente mostram a vida como ela é. O que aparece no ecrã são versões editadas de sucesso, felicidade e rotinas perfeitas. A comparação acontece quase sem dar por isso e cria a sensação de que a própria vida nunca é suficiente.

Reduzir o tempo de exposição e desenvolver um olhar mais crítico ajuda a proteger a saúde mental. Caso contrário, instala-se uma frustração constante, baseada numa realidade que, na maioria das vezes, não existe.

Onde entra o acompanhamento profissional

É neste contexto que a psicoterapia se torna especialmente útil. Um psicólogo ajuda a organizar pensamentos, trabalhar relações, ajustar expectativas e perceber como hábitos, emoções e comparações afetam o dia a dia.

Em algumas situações, pode também ser importante recorrer a uma consulta de psiquiatria, sobretudo quando existe necessidade de avaliação clínica ou de tratamento médico. Psicologia e psiquiatria não são alternativas opostas. São abordagens complementares.

Hoje, a telemedicina permite que este acompanhamento seja feito de forma simples, segura e confidencial.

A telemedicina como aliada da saúde mental

A telemedicina veio facilitar o acesso à saúde mental para muitas pessoas. Falta de tempo, distância geográfica ou desconforto em procurar ajuda presencial deixaram de ser barreiras tão grandes.

Através da Teleconsulta Portugal, é possível marcar consultas de psicologia ou uma consulta de psiquiatria e ter acompanhamento profissional numa consulta sem sair de casa. Para quem tem agendas exigentes ou sente alguma resistência inicial, este formato pode ser decisivo para dar o primeiro passo e manter a regularidade.

Cuidar da saúde mental não é um luxo nem um sinal de fragilidade. É uma escolha consciente. Estar perto de quem se gosta, ter atividades que preencham, limitar a influência das redes sociais e procurar apoio profissional quando faz sentido melhora, de forma real, a qualidade de vida.

E a ideia central mantém-se simples e verdadeira: toda a gente beneficiava de fazer psicoterapia com um psicólogo, mesmo quando a vida parece estar a funcionar.

Cuide da sua saúde, connosco.

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